segunda-feira, 22 de abril de 2013

Se fosse fácil não seria azul

A menina, na primeira fila, resmungou. Lembrei do Zé Buscapé. "Diacho de mulher..." Ei! Você! Se coloque no meu lugar! Noutros tempos eu diria: "Olhe pra você!!!" Deixe as armas pra lá, eu quero só seguir a canção... Braços dados ou não, somos todas iguais. Eu li, uma vez, supostamente do Glauber: "Na Revolução é fundamental a luta contra a morte dos amigos e dos inimigos". Nostalgia na veia.