
"Segura a minha mão, que a vida está doendo e não vale mais a pena"..
Incontáveis vezes eu atendi ao seu pedido, eu chorei junto com você, eu juntei meu espírito ao seu para que se curasse da dor. E, ao acordar do pesadelo, você mentiu e partiu - e usou de outros vícios humanos, dissimulado. Me usou para procurar outra pessoa à acompanhá-lo. Supostamente voltando um dia. Eu devo ter nascido mesmo para perdoar. Mas eu sinto, ainda cravados os buracos em meus ombros, que não aguentam mais o peso dessa "ópera pseudo-shakspeareana surrealista". Desisto. Não vou mais desejar resolver nada, só quero me livrar desse manto que me envolve e não me deixa respir-ar...
Que bacana, Srta. Til.
ResponderExcluirJá li alguns livros de sua mãe.
Bom saber que meu blog está agrandando a tantas pessoas com conteúdo. ^^
=*