quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Embreague-se!

Todas flores perdidas e amores esquecidos
É sempre difícil seguir por entre sombras e medos
Não há nada a esperar; apenas flores do mal
A vida que se repete, que não chegou ao fim.
Eu crio o mundo e sonho
com o olhar da razão
Assassino o desejo: Amor sagrado, amor profano.

De vinho e Poesia, embreague-se!
Mas ao derramar o cáli-se
Que ele esteja cheio de Virtude.

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