
Era sinceridade e outras coisas mil:
um corpo que foi silenciado.
Arte ressecada pelo veneno do ódio
do preconceito anunciado
negligenciado
por uma sociedade doente
... que não desata os nós do tempo,
que desafia nosso bom-senso.
Agora é silêncio.
Asas cortadas
falta de graça
vácuo desejo.
Grito em silêncio
e, com a força de um bailarino,
declaro guerra
e declaro amor
ao ronco surdo da (in)justiça
que avança em marcha ré.
Igor Brilha...
Belíssimo, filha, e muito bem colocado. Bjs de sua mãe.
ResponderExcluirMinha querida
ResponderExcluirPassando para agradecer a visita e as lindas palavras que me deixou.
Vou voltar mais vezes e deixo um beijinho.
Sonhadora