
Bem, já que eu não tenho você
eu beijo sua foto na parede.
As borboletas paralíticas
desgarram das dobraduras das portas
e passeiam por meu estômago.
Dá pra sentir daí?
A sombra do vento na boca do estômago?
A amendoeira e o último raio de sol
... as coisas todas que não importam à matéria,
tudo sublimado.
Nenhum comentário:
Postar um comentário